o PACIENTE TERMINAL: REFLEXÕES SOBRE O LIMITE DO PODER DE ESCOLHA ENTRE A VIDA E A MORTE

Autores

  • Hildegard Taggesel GIOSTRI Faculdade Estadual de Direito do Norte Pioneiro, campus da UNESPAR.

DOI:

https://doi.org/10.35356/argumenta.v2i2.88

Resumo

A dificuldade de aceitação da morte leva à idolatria da vida. Medicina e médicos direcionam seus objetivos para a manutenção da vida e da saúde. A morte representaria, assim, uma meta não atingida. A manutenção artificial do prolongamento da vida para um doente terminal, além de inútil, pode não representar o seu desejo, conquanto possa ser a meta do médico e a dos familiares daquele paciente. A dor e o sofrimento há que serem repensados dentro de uma visão holística. Na luta terapêutica contra o desenlace final, deveria prevalecer a pessoa do doente e não a doença da pessoa, para evitar que ao invés de se ver prolongada uma vida, se prolongue a agonia do paciente.

Biografia do Autor

Hildegard Taggesel GIOSTRI, Faculdade Estadual de Direito do Norte Pioneiro, campus da UNESPAR.

Advogada e Bioquímica. Mestre e Doutora em Direito das Relações Sociais, pela UFPR. Pós-graduada em Filosofia e Língua Portuguesa pela PUC-PR. Docente no Programa de Mestrado em Ciência Jurídica, da Faculdade Estadual de Direito do Norte Pioneiro, campus da UNESPAR.

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