PRECISAMOS FALAR DE UMA CONSCIÊNCIA DE RAÇA BRANCA? O DISCURSO DA NEUTRALIDADE, A CONSCIÊNCIA DE RAÇA E A EXPERIÊNCIA NORTE AMERICANA

Autores/as

  • Emanuel José Lopes Pepino
  • Alexandre de Castro Coura

DOI:

https://doi.org/10.35356/argumenta.v0i37.2116

Palabras clave:

Brown v. Board of Education of Topeka, branquitude, consciência de raça, hegemonia branca, igualdade racial.

Resumen

O artigo trata como a hegemonia racial desenvolve mecanismo sistêmicos para se manter, mecanismos que muitas vezes são confirmados pela atuação jurisdicional. Para tanto, o artigo analisa a evolução jurisprudencial americana sobre escravidão, separação racial e medidas afirmativas em conjunto com discussões sociológicas sobre a construção da branquitude, especialmente sobre sua transparência e opacidade, para concluir pela necessidade de se construir uma consciência de raça branca que aceite as mudanças necessárias para a implementação da igualdade racial sistêmica.

Biografía del autor/a

Emanuel José Lopes Pepino

Doutorando em Direito pela Faculdade de Direito de Vitória. Mestre em Filosofia do Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Membro do Grupo de Pesquisa CNPq “Hermenêutica Jurídica e Jurisdição Constitucional”, da FDV-ES.

Alexandre de Castro Coura

Pós-doutorado como visiting scholar na American University e visiting foreign judicial fellow no Centro Judiciário Federal em Washington D.C. Doutor e Mestre em Direito Constitucional pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ex-professor efetivo de Direito material e processual penal da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Professor de Teoria dos Direitos Fundamentais no Programa de Mestrado e Doutorado da Faculdade de Direito de Vitória (FDV). Promotor de Justiça Cível da Comarca da Serra/ES (Patrimônio público e defesa dos consumidores).

Publicado

2022-09-05

Cómo citar

Pepino, E. J. L., & Coura, A. de C. (2022). PRECISAMOS FALAR DE UMA CONSCIÊNCIA DE RAÇA BRANCA? O DISCURSO DA NEUTRALIDADE, A CONSCIÊNCIA DE RAÇA E A EXPERIÊNCIA NORTE AMERICANA. Argumenta Journal Law, (37), 305–332. https://doi.org/10.35356/argumenta.v0i37.2116